quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

«O AMOR É» de Júlio Machado Vaz e Inês Meneses




                                                                                                               Filomena Leal



Já o saudoso Eduardo Prado Coelho na sua Crónica diária do Público, se referia ao prazer que sentia ao ouvir pela manhã a conversa «Amor É» de Júlio Machado Vaz com Ana Mesquita (em 2005).
Uma conversa que continua actualmente com a jornalista Inês Meneses (aos microfones da Antena 1). E em boa hora decidiram resumir essas conversas num interessante livro O Amor É - Para Memória Futura. 
Deparamos assim com uma visão das muitas questões sobre o Amor, de 2 pessoas geracionalmente diferentes (69 e 47 anos). O resultado é um equilíbrio, temperado pela vivência e conhecimento de cada um, de acordo com o seu tempo e idade.
Falam da solidão no amor, nos amores felizes, rupturas, do sacrifício da Amizade no altar do Amor, e de inúmeros problemas, ligados à principal temática.
Escalpelizam canções e poemas de nomes conhecidos, discutem as «fraquezas desculpáveis», o ardor amoroso, a nostalgia da ternura, a necessária dimensão dum doce combate para evitar o «Amor» aborrecido - enfim, uma infinidade de questões relevantes ( inclusive o crescimento dos filhos e relação recíproca).
Mas a mensagem final sobre o Amor é esperançosa:
 «Amar é ter disponibilidade para cuidar, ouvir, animar».
 E tem, decerto, potencialidades enormes para dar aos amantes um grau de felicidade (momentânea ou contínua), de grande importância na vida de todos nós   

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