Filomena Leal
Será que Emoções e Afectos nada terão a ver com Razão?
Em situações de tragédia e perda de pessoas e bens, não será Racional a atitude genuína de consolar e abraçar as vítimas, tão carentes duma Afectividade Solidária? E não será o Presidente alguém com Poder, ouvindo Atento e Compassivo palavras desamparadas, a pessoa certa para consolar de tamanha dor e sofrimento?
Será que Emoções e Afectos nada terão a ver com Razão?
Em situações de tragédia e perda de pessoas e bens, não será Racional a atitude genuína de consolar e abraçar as vítimas, tão carentes duma Afectividade Solidária? E não será o Presidente alguém com Poder, ouvindo Atento e Compassivo palavras desamparadas, a pessoa certa para consolar de tamanha dor e sofrimento?
Não, não vejo aqui qualquer tipo de
populismo, e excessiva Emoção, a descurar a Racionalidade necessária para
acudir com meios e medidas urgentes às populações.
Não concordo, pois, com
Pacheco Pereira no jornal Público (embora
aprecie o que normalmente defende e os seus justos argumentos) quando fala numa «ditadura dos afectos» e no
risco desta «abafar a racionalidade».
Foi precisamente o Presidente Marcelo
que fez despertar tudo e todos (incluindo o Governo) para uma Acção Urgente.
Afectos e Razão nunca se excluem e
era bom que estivessem sempre ligados num equilíbrio sensato e inteligente.
E a verdade é que uma das grandes
causas do populismo reside, sem dúvida, numa excessiva racionalidade política,
imbuída duma tecnocracia fria, e sem qualquer dimensão Afectiva, tão necessária
ao cidadão.
O Presidente actuou, pois, no sentido
certo:
UNIR O PAÍS NUM SENTIR SOLIDÁRIO E
URGENTE, DE MODO A TRANSMITIR ESPERANÇA E ÂNIMO A TODOS (E FORAM TANTOS!) PARA RECOMEÇAREM E SE REERGUEREM DA DESGRAÇA QUE
OS ATINGIRA.
Sinto um orgulho comovido com a
actuação verdadeiramente Humana do Presidente da República do meu País.
Lisboa, 10 de Novembro de 2017
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